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Ações de fiscalizações de defesa sanitária animal e vegetal mantém crescimento agropecuário
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Para desenvolver a economia e manter a qualidade de todo o patrimônio sanitário agropecuário livre de doenças e pragas, o Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) tem a previsão para realizar, este ano, mais de 130 mil ações de fiscalizações envolvendo a área animal e vegetal, e o monitoramento de 105 mil hectares de soja, conforme prevê o Plano Plurianual-PPA. Para tanto, a Agência direcionará toda a sua estrutura operacional e física para execução das atividades.

Para dar todo o suporte às atividades, serão envolvidos direta e indiretamente 807 fiscais e inspetores agropecuários. O controle na movimentação de animais é feito através da Guia de Trânsito Animal (GTA), com a finalidade principal de permitir o rastreamento, mantendo o estado livre de doenças como a Peste Suína Clássica, Febre Aftosa, Influenza Aviária, Newcastle, entre outras. Nas abordagens são averiguadas ainda as documentações necessárias exigidas para cada tipo de produto ou espécie animal. 

Entre as principais ações realizadas estão à vigilância ativa, passiva, fiscalização de trânsito animal e vegetal, controle, prevenção e erradicação de doenças e pragas, além das fiscalizações em lojas agropecuárias e eventos pecuários. “O objetivo é garantir a sanidade e a qualidade dos produtos, orientando o setor produtivo quanto à sua adequação às exigências das legislações em vigor”, disse o inspetor agropecuário da Adapec, Luís Henrique Michelin, destacando o potencial de produção de sementes de grãos nas várzeas tropicais, estimada em mais de um milhão de hectares.

Com mais de oito milhões de bovinos e bubalinos, o controle da movimentação de rebanho também é priorizado para impedir o ingresso de animais doentes. “Todas as medidas de defesa sanitária animal estão previstas nas legislações federais e estaduais, bem como nos termos do código zoosanitário internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE)”, explica o inspetor agropecuário, Marne Sales.

Para o presidente da Adapec, Humberto Camelo, apesar de a Agência ser um órgão fiscalizador, a prioridade não é autuar, mas de prevenir e impedir a entrada de novas doenças e pragas, controlar ou erradicar as existentes. “A cadeia produtiva agropecuária tem a consciência da importância destas ações, afinal, basta que uma só propriedade seja afetada por enfermidades de importância econômica, para que todo o Estado seja prejudicado”.

O presidente disse ainda que o resultado das atividades tem refletido diretamente no crescimento agropecuário e no interesse de grandes investidores quanto à produção de grãos, carnes, leite, ovos e pescado.

Estrutura

A Adapec conta com 30 barreiras fitossanitárias nos estados fronteiriços com o Tocantins, 18 barreiras móveis e 10 fluviais, além de unidades operacionais nos 139 municípios do Estado. (Ascom Adapec)

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