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Comitiva do Banco Mundial visita canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Estreito
Foto: Divulgação
Gerente de contratos do CESTE, Massilon apresenta a obra para comitiva do BID  | Divulgação
Gerente de contratos do CESTE, Massilon apresenta a obra para comitiva do BID

Uma comitiva do Banco Mundial (BID) no Brasil visitou nesta quarta-feira, 29, o canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Estreito, atendendo a convite do Governo do Tocantins. O objetivo do convite foi apresentar aos executivos do banco as potencialidades econômicas da região do Bico do Papagaio, principalmente com os empreendimentos UHE Estreito e Ferrovia Norte-Sul. Participaram da comitiva o presidente do Banco Mundial para o Brasil, o sul-africano John Briscoe, além da coordenadora setorial de Infra-estrutura do banco, Jennifer Sara, o coordenador do plano de desenvolvimento regional sustentável do banco, Aymeric Meyer, e o analista Flávio Chaves.

Os visitantes foram recebidos pelo gerente de Relações Institucionais do Consórcio Estreito Energia (Ceste), Márcio Silva. A agenda de visita, que contou também com a presença do secretário de planejamento do Estado do Tocantins, José Paulo Pires Paula, foi iniciada com uma breve apresentação da gerente de Projetos Econômicos do Ceste, Cassandra Gelsomino, sobre os projetos de geração de renda desenvolvidos pelo consórcio, seguido pelo briefing de segurança para acesso às obras, realizado pelo técnico de Segurança do Trabalho, Severiano de Oliveira.

A comitiva acompanhou o andamento das obras da Usina, considerada a maior obra do setor energético em construção hoje no país. No mirante do canteiro, na margem direita em Estreito (MA), todos puderam visualizar a dimensão da obra, em sua fase atual, com acompanhamento e explicações técnicas concedidas pelo gerente de contratos do Ceste, Massilon Gomes Filho.

“Essa obra da Usina e a Ferrovia Norte-Sul são os grandes marcos do Estado do Tocantins. Nada como visitar o canteiro para se ter a noção do tamanho que é isso aqui. Para o Estado do Tocantins é um marco, é algo fabuloso e com certeza vai ter um novo impacto no norte do Tocantins e no sul do Maranhão”, destacou o secretário José Paulo.

“A obra está muito organizada e demonstra a qualidade brasileira na construção civil e nas grandes obras. A nossa visita tem o objetivo de conhecer os grandes empreendimentos desenvolvidos no Estado, pensar nas eclusas para escoar as produções agrícolas utilizando o rio e ver como o banco poderia ajudar para viabilizar as hidrovias no futuro”, finalizou o presidente do Banco Mundial no Brasil, John Briscoe.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa - UHE ESTREITO

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